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domingo, 18 de outubro de 2009

QUEM É O MAIOR

Por: Constantino Ferreira

Lei­tura. Mateus 18:1 – 10

“Jesus disse: Em ver­dade vos digo que se não vos con­ver­ter­des e não vos fizer­des como cri­an­ças, de modo algum entra­reis no reino dos céus. Por­tanto, quem se tor­nar humilde como esta cri­ança, esse é o maior no reino dos céus.” (vv. 3, 4)
Refle­xão

Temos aqui dois fac­to­res a con­si­de­rar: A entrada no reino de Deus e a posi­ção de cada dis­cí­pulo. A entrada exige con­ver­são sin­cera, ou, arre­pen­di­mento com genuína mudança de vida. A posi­ção da cada um é defi­nida de acordo com a humil­dade pes­soal. Para saber­mos quem é o maior no reino dos céus con­si­de­re­mos as pala­vras seguin­tes do após­tolo Paulo:

“Tende em vós aquele sen­ti­mento que houve tam­bém em Cristo Jesus, o qual, sub­sis­tindo em forma de Deus, não con­si­de­rou o ser igual a Deus coisa a que se devia afer­rar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se seme­lhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obe­di­ente até à morte, e morte de cruz. Pelo que tam­bém Deus o exal­tou sobe­ra­na­mente e lhe deu o nome que é sobre todo nome para que ao nome de Jesus se dobre todo joe­lho dos que estão nos céus e na terra, e debaixo da terra, e toda lín­gua con­fesse que Jesus Cristo é Senhor para gló­ria de Deus Pai.” (Fl 2:5 – 11)

A humi­lha­ção exige reco­me­çar do nada, tornarmo-nos como cri­an­ças dis­po­ní­veis para serem ori­en­ta­das, sub­mis­sas à von­tade dos pais. O pró­prio Jesus sujeitou-se ao Pai e disse a res­peito da Sua morte: “Não se faça a minha von­tade, mas a Tua.” Sere­mos os mai­o­res no reino quando fizer­mos somente a von­tade de Deus. E nin­guém des­preze nenhum des­tes peque­ni­nos irmãos a fim de não ser igual­mente des­pre­zado. Como disse Jesus: “Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou.”

Ajuda-me, Senhor, a ter um cora­ção humilde e a obedecer-Te. Amém.


Fonte: Blog Haja Luz

O Deus Desconhecido


Por: Constantino Ferreira

Lei­tura: Actos 17:22 – 30

“Por­que pas­sando eu e obser­vando os objec­tos do vosso culto, encon­trei tam­bém um altar em que estava escrito: Ao Deus Des­co­nhe­cido. Esse, pois, que vós hon­rais sem o conhe­cer, é o que eu vos anun­cio.” (v. 23)

Refle­xão

Antes de Jesus nin­guém tinha con­tem­plado a forma de Deus. Foi Ele que O reve­lou ao mundo na Sua ver­da­deira essên­cia. Asse­gu­rou a Filipe que quem o via a ele via o Pai, que estava nele. Além disso, o Senhor disse ainda que Deus é espí­rito e que importa adorá-lo em espi­rito e ver­dade. Ele é espí­rito, infi­nito, eterno e pode­roso, capaz de criar todas as coi­sas visí­veis e invisíveis.

Deus é conhe­cido pela Sua san­ti­dade. Ele é puro, ima­cu­lado, e sepa­rado do pecado. É tão puro de olhos que nem sequer pode con­tem­plar o mal. Ele afasta-se dos luga­res onde haja pro­mis­cui­dade, pois não pode misturar-se na con­fu­são da imo­ra­li­dade. Os Seus pen­sa­men­tos, cuja ori­gem está no Seu eterno e infa­lí­vel amor, são sem­pre puros. Ele é santo, puro de sen­ti­men­tos e pensamentos.

Deus é conhe­cido pela Sua jus­tiça. Ele não faz acep­ção de pes­soas no tra­ta­mento. O Senhor julga cor­rec­ta­mente e pode jus­ti­fi­car ou con­de­nar con­forme a recta jus­tiça. Ele é sábio bas­tante para não se dei­xar influ­en­ciar por hipo­cri­sias bem dis­si­mu­la­das. Deus é conhe­cido atra­vés das Suas acções jus­tas e amorosas.

Deus é conhe­cido pelo Seu amor. Ele sente com­pai­xão e tem pra­zer em per­doar os peca­dos. O Seu inte­resse é que todos vivam eter­na­mente. Além disso, Ele é o ver­da­deiro pro­ve­dor que satis­faz as nos­sas neces­si­da­des. Deus é ainda conhe­cido pela Sua paz, que é bem dife­rente da que o mundo oferece.

Ora­ção: Agra­deço, meu Deus, por Te reve­la­res a mim pobre peca­dor. Ajuda-me a viver em amor, jus­tiça e paz. Amém.


Fonte: Blog Haja Luz

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

AO MESTRE


15 de outubro – Dia do Professor

Para aquele que ensina,
votos de aprendizados significativos.

Para aquele, que educa
a certeza de que no ato de educar,
não apenas ensina, mas também aprende ao ensinar,

Para aquele que ministra,
celebrações de paz e de afeto.

Para aquele que semeia, a benção divina
de ver das sementes, o fruto surgir.

Para aquele que aponta o caminho,
a alegria deste, daquele, de muitos,...
que na caminhada puderam seguir.

Para aquele que ensina, educa, ministra, semeia, aponta...
palavras de vida... do mestre dos mestres,
que viveu de tal modo que eternizou educação.


Angela Cristina Hammann

domingo, 13 de setembro de 2009

Um Projeto Audacioso...

Por: Pr Levi Silveira

Verdadeiramente Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” Isaías 53:4-5

Prezado leitor é muito bom chegar até você com mais uma reflexão da palavra de Deus. Nestas poucas linhas que se seguirão estaremos analisando o recorte do texto sagrado do livro de Isaías 53:4-5, texto este bem conhecido entre os evangélicos o qual retrata o sofrimento do Justo.

Sabemos que o Cristo (Justo), precisou passar por isto para cumprimento da palavra de Deus e possibilitar a humanidade o resgate e a esperança vindoura. No evangelho de João 3.16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Retrata as benesses de Deus para com a humanidade e aponta para a cruz (o Calvário) sendo o caminho onde tudo se consumaria. Em Gálatas 3.13 está escrito que: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;” desta maneira amado leitor podemos entender que quando o profeta messiânico expressou na sua mais profunda comoção e comunhão com o divino que o Justo passaria por tudo isso, penso que o profeta não tinha noção da grande responsabilidade de estar vaticinando o que futuramente estaria se cumprindo.

Ao esmiuçar o texto sagrado de Isaías 53.4-5 temos que Lê-lo com o olhar do processo que o Justo passou. “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades”, necessário se faz perceber que o pronome “nossas” é enfático em revelar que: “Nossas” foram as enfermidades que Ele carregou; “nossas” foram as dores que Ele tomou. Não obstante o Justo realizou tudo isso por amor a você nobre leitor.

Continuando o texto diz: “nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.” Analisando o ato de amor que o Justo doando-se por nós, precisamos sentir pela fé os açoites que “Ele” levou por nós. Estes açoites é a causa de sermos sarados. No hebraico o termo para “levou”, “nasa”, significa: “levantar e levar embora”. Assim sendo o cristão pode exclamar em consonância com a sua fé que no calvário o Justo “levou sobre si os nossos pecados” (cf Mt 8.17 e Cl 2.14). O ato salvifico do Justo retrata a gloriosa redenção do jugo do pecado, somos livres por Ele e para Ele.

A frase “Ele foi ferido pelas nossas transgressões” revela o quanto foi importante a expiação vicária. No hebraico o termo “meholal” realmente quer dizer trespassado, perfurado, ou seja, pregado. Isto ocorreu por causa das nossas transgressões (pesha’) que traduz a nossa rebeldia. Sendo assim ele foi trespassado por causa da nossa rebeldia. O pecado humano nos apresenta um elemento básico que é a rebeldia. “Moído pelas nossas iniqüidades” isso mostra o Redentor quebrantado por nossas maldades. O hebraico apresenta o termo “medhukkah” que significa completamente moído ou despedaçado, e o termo “awonoth” trata de não somente “iniqüidade”, mas “maldade torcida e pervertida”. O pecado é tão somente uma perversidade incorrigível. Tudo isso Ele o Justo sofreu por nós.

O amor incondicional de Deus é tão maravilhoso que Cristo tendo a experiência da antecipação do processo no Getsemani mesmo assim desejou ir ao calvário. Esta decisão faz jus ao que o profeta Isaías trata nos versos que estamos refletindo quando diz: “o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”, isto é: a sua “punição” nos trouxe a paz. O termo hebraico para paz é rico em significados. Ele trata não só da paz, mais da saúde, bem-estar, prosperidade e inteireza.

Quando entendemos que “Pelas suas pisaduras fomos sarados” literalmente temos que entender que somos sarados pelas feridas que Ele sofreu. É necessário leitor você entender que Deus se importa com você. E para isso Ele veio ao mundo. O jugo do pecado que nós carregávamos foi destruído por Ele no ato salvifico na cruz. Compreendemos que através das suas “pisaduras” há cura para todos nós.

Cristo não só resgatou, mas restaurou a possibilidade de todo aquele que crer no seu sacrifício vicário ser por Ele transformado em uma nova criatura em Cristo Jesus o Justo (cf II Cor. 5.17).

Pense nisto!

Paulo Freire e a Teologia da Libertação...

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Didática, Professor! Didática!


Por: Angela Cristina Hammann

- Aquele professor sabe muito da matéria, mas não tem Didática!
- Ele fala muito, mas não entendo o que aquele professor quer dizer!


Afirmações como estas, são contínuas em salas de aula, especialmente de jovens e adultos. O que exatamente é esta Didática a que se referem os participantes da comunidade escolar sejam alunos ou professores?


O primeiro pensador educacional que destacou a importância da Didática em sala de aula foi Jan Amos Komenský (1592 – 1670), pastor de uma Igreja Cristã da Fraternidade dos Hussitas (posteriormente denominada dos Irmãos Morávios).


Sua contribuição está fundamentada nas próprias experiências que teve como aluno, nas observações acerca do aprender e ensinar nas escolas da comunidade que vivia e no estudo da Bíblia Sagrada. Sua vasta produção pedagógica é reunida e publicada em 1657, numa obra identificada como Didática Magna, onde apresenta princípios educacionais. Para Komenský a finalidade da educação é conduzir o homem à felicidade eterna com Deus, pois todos merecem a sabedoria, a moralidade e a religião. Afirma ainda que o homem deve ser educado de acordo com o seu desenvolvimento natural, de acordo com suas características de idade e capacidade para o conhecimento (proposta de escola da infância e escola maternal). Destaca também que a educação não deve ser cansativa, mas facílima e que tudo deve ser ensinado tendo em vista a sua aplicabilidade prática (metodologia de Cristo).


A obra educacional proposta por Komenský faz-nos refletir e investigar os métodos e técnicas de ensino destinados a colocar em prática as diretrizes da teoria pedagógica. Na função didática, o método orienta o professor no caminho em busca do seu propósito e a técnica é a forma prática para se chegar a este resultado.


Para definirem-se métodos e técnicas, é importante que o professor considere as características dos educandos; as características do saber e a natureza dos objetivos (conhecimentos, aptidões, atitudes). Porém este papel de investigador da educação não é somente do professor, como também de toda a comunidade escolar. Para Paulo Freire (1979) para se ter uma educação libertadora e acima de tudo uma educação conscientizadora, é necessário que tanto o professor quanto o aluno estejam envolvidos no conhecimento da realidade e em torno do mesmo objeto, para poderem intervir sobre ele e buscar transformar a realidade.


Portanto, desafios do ato de educar são contínuos e esta relação dialética, entre professores e alunos, é ampliada na medida em que, ambos se façam sujeitos do processo de construção da própria história.

Texto de Angela Cristina Hammann

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Férias CEARÁ... 2º Dia...

Ana Lucia toda prosa...

Esperando o almoço na praia de Meireles...

calçadão da praia de Meireles...

dá-lhe água de coco...

Só na água de coco...

Praia de Iracema - Fortaleza - CE

Praia de Iracema...

Ao fundo Praia de Meireles a noite..

Praia de Iracema a noite...