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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Cultos nos Montes e Gravetos Incandescentes!


Por: Pr. Ciro Sanches Zibordi

A bem da verdade, as minhas contestações não são quanto aos montes, em si, mas sim em relação a todo e qualquer culto em lugares abertos, sem proteção e segurança. Em certas cidades brasileiras, desprovidas de montes, o povo ora no meio do mato mesmo!

Como eu já freqüentei lugares como montes e vales, quando era novo convertido, falo com conhecimento de causa. E, justiça seja feita, existe em São Paulo, na cidade de Araçariguama, há cinqüenta quilômetros da capital, um lugar chamado Vale da Bênção, o qual, quando eu puder, volto lá para buscar a Deus, haja vista tratar-se de um local seguro. Bem, creio que já deu para perceber que uma das minhas objeções a oração e cultos no monte é a falta de segurança.

Muitos não sabem, porém algumas irmãs já foram violentadas em certos montes. E alguns irmãos já foram assaltados. Em São Paulo, na Serra da Cantareira, irmãos foram atacados, há algum tempo, no meio da selva, por um grupo de macacos! Isso mesmo. Lembra-se daquele jovem que morreu, no Rio de Janeiro, há alguns anos, vítima de um raio? Se ele estivesse orando dentro do templo ou em casa, como Jesus ensinou, a tragédia não teria acontecido.

Mas há outras razões por que não recomendo cultos em montes. Para quem não sabe, o mormonismo, de Joseph Smith Jr., começou quando esse homem estava orando no meio do mato! Um anjo chamado Morôni se apresentou, e uma nova revelação — um outro evangelho — surgiu. Tenho notado que lugares assim costumam reunir pessoas voltadas ao misticismo, desprovidas de discernimento espiritual, sendo presas fáceis de espíritos enganadores e doutrinas de demônios (1 Tm 4.1; Gl 1.8). Nesses lugares, falsos profetas agem livremente.

Muitos freqüentadores afirmam que ficam mais perto do Senhor; e outros dizem ver gravetos pegando fogo... Ora, não podemos ignorar que, na escuridão de uma mata, ocorrem fenômenos naturais (como também no fundo do mar, por exemplo), além de ficarmos propensos a miragens. Experimente subir ao monte de dia para ver o tal graveto luminoso ou incandescente... Eu mesmo já fiz o teste. E, como somos espirituais — e os espirituais discernem bem tudo (1 Co 2.15) —, não podemos confundir fenômenos naturais com manifestações divinas sobrenaturais.

Moisés esteve na presença do Senhor no monte, que fumegava enquanto ele com Deus falava, como lemos em Êxodo 19. Isso sim é sobrenaturalidade! Jesus orava no monte também. E, na Transfiguração (e somente nesse caso), houve uma manifestação sobrenatural (Mt 17.1-13), embora nada comparável a supostos gravetos incandescentes...

Por outro lado, quais dos apóstolos oravam no monte? Para onde Pedro e João estavam indo, na hora da oração? Ao templo (At 3.1). Onde Pedro estava orando quando o Senhor lhe deu uma visão acerca da evangelização dos gentios? No terraço de uma casa (At 10.9). Nota-se que já nos tempos da igreja primitiva não se orava em montes.

Mas, por que o Senhor Jesus orava no monte? Porque queria ficar a sós com o Pai (Mt 14.23; Lc 9.18), e isso não seria possível na casa de alguém, devido ao assédio do povo, nem nas sinagogas, onde Ele era considerado persona non grata (Lc 6.12; 22.44). Observe, porém, que Ele também orava em lugares desertos, não necessariamente em montes (Lc 5.16). E que não realizava cultos em lugares assim; Ele apenas freqüentava locais desertos para ficar a sós com o Pai.

O Senhor Jesus orava nos montes e lugares desertos porque não havia na época templos como os de hoje. Mas Ele foi claro, ao dizer: “A minha casa será chamada casa de oração” (Mt 21.13). E também afirmou: “... quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai...” (Mt 6.6).

Diante do exposto, não chega a ser uma heresia orar em montes, vales ou no meio do mato. Mas, se não houver segurança, fazer isso é tentar ao Senhor. O crente que tem comunhão com Deus sabe que o Senhor ouve a sua oração no templo, em casa e em qualquer lugar (Mt 18.20; 1 Tm 2.8). Se houver um monte que não ponha em risco a integridade física dos freqüentadores, não vejo problema em visitá-lo. Agora, essa história de que os gravetos pegam fogo em cima do monte é misticismo puro!

Ciro Sanches Zibordi
Fonte Blog do Ciro

2 comentários:

Rangel disse...

Eu particulamente gosto de orar no monte!

Alessandro disse...

Pode explicar cientificamente o fenômeno natural do graveto luminoso??